| HOME | ÍNDICE REVISTA | ANTERIORES Com artigos da revista italiana Quattroruote 
Março/2008
     
ASSINE JÁ!

Edição 300
 
Reportagens
Mercado e serviços
Teste Rápido
Lançamento
Salão
Novidade
Comportamento
E mais
Seções

 

  E mais

PERSONALIDADE
Sonho de criança
Apaixonado por carros desde pequeno, Otávio já pilotou um Fórmula 1, e agora tem uma Jordan na parede de sua casa

TEXTO Rafael A. Freire FOTOS Roberto Assunção

Otávio comprou a Jordan que venceu o GP Brasil de F-1 de 2003, pilotada por Giancarlo Fisichella. Além do monoposto, o apresentador tem miniaturas dele e o capacete usado no dia da prova. Tudo autografado pelo próprio Fisichella

Geralmente, a maioria das crianças sonha em ser bombeiro, astronauta, policial, ou se imagina em outras profissões que proporcionam muita adrenalina. Mas a maioria delas, quando cresce, deixa estes sonhos de lado para seguir carreiras mais estáveis e seguras. São poucos os que não mudam de idéia e acabam insistindo nos sonhos de infância. O apresentador Otávio Mesquita faz parte dessa minoria. Se engana quem acha que ser um artista famoso era seu principal objetivo na vida. "Trabalhar na televisão e ser uma pessoa pública era meu plano B", afirma Mesquita, que queria mesmo era ser piloto de Fórmula 1.

Nascido em uma família sem estrutura para bancá- lo no automobilismo, Otávio só foi ter sua primeira experiência nas pistas quando já tinha 30 anos, competindo em uma categoria de kart. O vício o pegou de jeito, e um ano depois lá estava o apresentador estreando na Copa Fiat Uno, em Interlagos, largando na última colocação de um grid formado por 45 carros. Devido a sua falta de experiência nas pistas, ao ver o sinal verde se acender saiu ultrapassando todo mundo. Apenas quando já estava na segunda colocação percebeu que a corrida ainda não tinha começado, e os carros estavam na tradicional volta de apresentação. "Meu Uno estava muito mais rápido que os demais. Cheguei a achar que tinham colocado um turbo ou coisa parecida", conta.

Acima, Mesquita ganha de Fisichella um capacete autografado. Ao lado, o apresentador exibe, com orgulho, a Jordan, que fica na parede de sua sala de estar

Nascido em uma família sem estrutura para bancá- lo no automobilismo, Otávio só foi ter sua primeira experiência nas pistas quando já tinha 30 anos, competindo em uma categoria de kart. O vício o pegou de jeito, e um ano depois lá estava o apresentador estreando na Copa Fiat Uno, em Interlagos, largando na última colocação de um grid formado por 45 carros. Devido a sua falta de experiência nas pistas, ao ver o sinal verde se acender saiu ultrapassando todo mundo. Apenas quando já estava na segunda colocação percebeu que a corrida ainda não tinha começado, e os carros estavam na tradicional volta de apresentação. "Meu Uno estava muito mais rápido que os demais. Cheguei a achar que tinham colocado um turbo ou coisa parecida", conta.

A realização do sonho o emocionou tanto que, ao completar a décima volta, estava aos prantos dentro do cockpit. "Costumo dizer que as três maiores emoções de minha vida foram os nascimentos de meus dois filhos e as voltas que dei de Benetton na França". Assim que saiu do carro, encontrou Fisichella. O piloto estranhou o fato de Mesquita estar chorando, e perguntou o porquê. A resposta veio seguida de outra promessa. "Prometi que compraria um F1 pilotado por ele para pendurá- lo na parede da sala de uma casa que ainda construiria." E novamente cumpriu o prometido. No final de 2006, comprou a Jordan que Fisichella pilotou quando ganhou o GP Brasil de 2003.

PÁGINAS :: 1 | 2 | Próxima >>
 

OUTROS SITES

 


   
© Copyright 1996-2006 Editora Três