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Quando jornalistas viram consumidores
Esportivo pacato Nova transmissão automatizada do Stilo agrada bastante, mas, com esse visual, ele merecia um motor mais potente
Flávio R. Silveira |REPÓRTER
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Acima, o novo câmbio. Para engatar a ré, basta colocar a alavanca no "R". Posicionando-a entre o "-" e o "+", ele entra no modo automático; para mudar para o modo manual (e viceversa), deve-se empurrar a alavanca para a esquerda (D/M). Já o botão "S" ativa o modo de trocas esportivas |


Não sei se as trocas de marcha são rápidas e perfeitas como descreveu o Flávio. Dependendo da utilização, elas me pareciam um pouco "burras": na condução suave, as trocas demoravam um pouco para acontecer, exigindo alívio do pé no acelerador para o sistema "entender" que você gostaria que ele engatasse a marcha seguinte. Quando se reduz, a mesma "burrice": às vezes, mesmo com quase 2.000 rpm de margem, o sistema não reduzia, informando que aquela operação não poderia ser feita. Concordo que no desempenho está o "calcanhar de Aquiles" do Stilo. Toda a esportividade da versão perde o sentido quando se acelera. Mas agora que o Grupo Fiat comprou a fábrica de motores Tritec, a marca terá em breve uma boa linha de propulsores para seus carros, desde modernos 1.4 e 1.6 aspirado e supercharger (com até 170 cv!) até modernos 1.8 a 2.2. Em um ano e meio, ou no máximo dois, a Fiat deverá estrear novos motores. E certamente o Stilo será agraciado com um deles.
Douglas Mendonça | Diretor Técnico |
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