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Lançamento
Dodge Journey Marca americana entra na onda dos crossovers e busca os consumidores de peruas top de linha
TEXTO Gabriel Marazzi, de Oslo (Noruega)
Os dois bancos adicionais oferecem conforto, mesmo para adultos, e, quando não utilizados, aumentam bastante a capacidade do porta-malas. Também a segunda fileira de bancos pode ser escamoteada, o que eleva o volume de carga aos 1.900 litros. A grande sacada do modelo, no entanto, está nos vários porta-objetos.
O Dodge Journey à venda no Brasil tem apenas um dos motores da linha, o V6 transversal de 2.736 cm3 e 187 cv, com torque de 26,3 kgfm. O câmbio é automático de seis velocidades e a tração é dianteira. Existem ainda, para outros mercados, os motores de quatro cilindros 2.0 turbodiesel e 2.4 a gasolina, um V6 3.5 a gasolina e também o V6 2.7 E85, que funciona com uma mistura de 15% de gasolina e 85% de álcool de milho. Mesmo considerado por alguns como um motor flex, esse propulsor não equipará o Journey aqui. Segundo a montadora, um dos motivos dessa decisão está no fato de que “esse motor não aceita 100% de álcool como nossos flex”. O que, de qualquer maneira, exigiria adaptações mínimas.
O Dodge Journey não é um veículo muito grande – tem 4.89 m de comprimento – podendo até “roubar” mercado de algumas peruas mais caras, como o Volkswagen Jetta Variant. Se depender de seu estilo e de sua elegância, não será nada difícil.
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| Para manter o preço abaixo dos R$ 100 mil, o carro vendido aqui não dispõe do sistema de som MyGig, do navegador e do couro nos bancos. E o acabamento é menos sofisticado |
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| O porta-luvas é refrigerado e há também porta-objetos debaixo das almofadas dos bancos e embaixo do piso do porta-malas, que pode assumir várias configurações |
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