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Setembro/2008
     
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Edição 306
 
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Mercedes CLS a cara do novo
Ele foi o primeiro carro a unir as linhas de um cupê ao conforto de um sedã. Agora, já é hora dos retoques

TEXTO Douglas Mendonça FOTOS Roberto Assunção

Avaliamos o CLS 350, a versão de entrada da família, equipado com motor V6 3.5 de 272 cv (35,7 kgfm de torque estáveis das 2.400 às 5.000 rpm) e transmissão automática de sete marchas. Pouco para seus 1.730 kg? Não. Mesmo com essa motorização aparentemente modesta, o CLS consegue ótimos resultados de desempenho: acelera de 0 a 100 km/h em sete segundos e chega à máxima de 250 km/h. Poucos carros no mercado têm resultados tão expressivos.

A transmissão automática de sete velocidades consegue sempre achar a marcha ideal para cada situação e, graças a esse feliz “casamento” entre o motor e o câmbio e à expressiva ajuda de uma boa aerodinâmica (seu Cx é 0,30), o CLS 350 consegue até ser econômico. Dirigindo na estrada a 100/120 km/h, o CLS chega facilmente próximo dos 11 km/l. Na cidade, dependendo do trânsito, as marcas oscilam entre os 7 e 8 km/l, resultados positivos para o porte do carro.

O preço de tudo isso: R$ 310.000! Vale? Sim, cada centavo, se você procura algo perto da perfeição. Mas que é caro, isso é indiscutível.

Acima, em sentido horário, os comandos no volante, o menu de navegação, que ficou mais simples de operar, os espelhos externos, que estão maiores e com repetição do pisca por LEDs, e os botões dos programas de acerto dos bancos, localizados na porta do motorista

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