| HOME | ÍNDICE REVISTA | ANTERIORES Com artigos da revista italiana Quattroruote 
Junho/2010
     
ASSINE JÁ!

Edição 318
 
Reportagens
Mercado e serviços
Teste Rápido
Lançamento
Salão
Novidade
Comportamento
E mais
Seções
 
Expediente
  Reportagens

A palavra de ordem é Conectividade
Fabricante de acessórios cria uma rede de conexão entre seus produtos e deixa um Gol básico superequipado por R$ 2 mil

Robson Rodrigo

Na compra de um carro zeroquilômetro, é comum o consumidor deixar de lado os itens de segurança para optar pelos de conforto, como som, travas e vidros elétricos. O problema é que, muitas vezes, esses equipamentos vêm em pacotes. Para ter o som, você precisa comprar a direção hidráulica. E por aí vai...
No caso de um Gol, para ter vidro, travas elétricas e alarme, por exemplo, o consumidor tem que optar por um kit, que inclui o ar-condicionado e custa R$ 3.535. Tudo isso antes mesmo de fechar a compra, para que o veículo venha com os itens de fábrica. Quando a opção for equipar o carro depois de já ter sido fabricado, o custo aumenta. O vidro elétrico, por exemplo, não sai por menos de R$ 1.100.
Essa prática encarece demais os acessórios e abre espaco para os fabricantes independentes, como a Pósitron, que acaba de lançar uma espécie de pacote de itens que, reunidos, deixam o carro semelhante a um equipado de fábrica. A diferença é que cada produto pode ser comprado separadamente, o que os torna mais acessíveis. “A ideia da fábrica é integrar os itens, o que encarece o pacote final. O que propomos é a conectividade, não a integração”, explica Fábio Favari , gerente de projeto, desenvolvimento e engenharia da Pósitron.
A novidade surgiu com o lançamento do primeiro som da marca, o Digital Audio. Os engenheiros tiveram a ideia de criar uma rede de conexão entre os outros itens vendidos pela empresa, como o alarme, as travas e vidros elétricos e o sensor de estacionamento. Basicamente, quando se compra o som, a fábrica instala A novidade surgiu com o lançamento do primeiro som da marca, o Digital Audio. Os engenheiros tiveram a ideia de criar uma rede de conexão entre os outros itens vendidos pela empresa, como o alarme, as travas e vidros elétricos e o sensor de estacionamento. Basicamente, quando se compra o som, a fábrica instala um fio master e a ele pode “pendurar” todos os outros equipamentos, criando uma rede de comunicação.
Com as travas elétricas instaladas, por exemplo, o cliente pode ver, no display do aparelho de som, se as portas estão abertas. Se tiver o sensor de estacionamento, além do “bip” sonoro, verá na telinha do som, qual o lado do carro que está mais próximo do obstáculo e a quantos centímetros. Se tiver o alarme, vê pelo rádio se ele está ativado ou não e pode, inclusive, bloquear o carro a distância, caso opte por esse serviço.
A conexão dos aparelhos é feita pela PAN (Pósitron Area Network). O som recebe um comando dizendo, por exemplo, se as portas, o capô, ou o porta-malas estão abertos, ou se os faróis estão acesos. Além disso, o usuário pode acompanhar, no próprio display do rádio, notícias e informações sobre trânsito, por exemplo, enviadas através do sistema PRDS (Pósitron Radio Data System).
De operação simples, o aparelho de som, disponível em três modelos – SP 125, SP 140 e o SP 150 (foto) – não possui leitor de CD nem frente removível, mas conta com entradas USB e auxiliar. Segundo a empresa, a opção foi feita para deixar o equipamento mais barato e acessível. “Com menos de R$ 2 mil, você pode instalar todos os produtos da Pósitron em qualquer carro, mas o grande diferencial fica por conta da possibilidade de o consumidor optar apenas por aquilo que o satisfaz, sem ter que pagar a mais pelo que ele não quer”, explica Favari. Se essaa moda pegar, os consumidores ficarão mais fiéis à marca de seu som do que à de seu carro.

 

 

 

PÁGINAS :: 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | Próxima >>
 

OUTROS SITES


 
 
© Copyright 1996-2009 Editora Três