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Dezembro/2009
     
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A Volks riu por último
O automatizado da marca chegou mais tarde, mas com qualidade bastante superior

TEXTO Flávio R. Silveira FOTOS Roberto Assunção

No lugar dos câmbios automáticos, os automatizados. Eles têm conquistado cada vez mais espaço no mercado brasileiro - e também mundial, por dois motivos: primeiro, pelo custo mais baixo na comparação com os automáticos tradicionais; segundo, pelas vantagens técnicas, como consumo e manutenção mais baratos.

Entre os modelos mais em conta, a Chevrolet, com o Easytronic, e a Fiat, com o Dualogic, chegaram primeiro. Já o da Volks, batizado de I-Motion, chegou em setembro no Polo e, agora, começa a ser vendido no Novo Fox (leia nesta edição), no Gol e no Voyage, que você vê aqui. Para estes dois modelos, o câmbio I-Motion vem apenas com o motor 1.6: Gol (R$ 34.605), Gol Power (R$ 38.695), Voyage (R$ 37.090), Voyage Trend (R$ 39.620) e Voyage Comfortline (R$ 41.265).

São preços atraentes (embora as versões mais baratas venham "peladas"), que devem incomodar a concorrência, principalmente devido à sua qualidade, bastante superior. O sucesso dos automatizados não é apenas questão de custo. Se fosse, a tecnologia não seria adotada em Porsche 911 e Lamborghini Gallardo, entre outros.

O automatizado é melhor por não usar conversor de torque, responsável pela perda de uma parte da força transmitida do motor para as rodas e por um maior consumo. Em vez disso, é similar ao câmbio manual, usando um "robô" (por isso também chamado de robotizado) para "pisar" na embreagem e efetuar as trocas.

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