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Bravo! o novo hatch médio da Fiat No ano que vem, ele chega para conviver com o Stilo e dar ao consumidor que não gosta de sedãs uma opção ao Linea na casa dos r$ 60 mil. Maior e mais refinado que o Stilo, tem tudo para fazer sucesso
TEXTO ana Flávia Furlan
A plataforma é a mesma do Stilo, mas com algumas modificações como, por exemplo, o aumento da bitola - o que fez sua largura crescer de 1,75 m para 1,79 m. O maior aumento foi no comprimento, que passou de 4,25 m para 4,34 m, sem alterações no entre-eixos, que continua com 2,60 m. Com isso, o porta-malas passou a comportar 400 litros de bagagem, um pouco mais que os 380 litros do Stilo.
A única medida que diminuiu no novo modelo foi a altura, que passou de 1,54 m para 1,49 m. fato de o modelo compartilhar arquitetura com o Stilo não é necessariamente algo ruim. Apesar de não ser uma base extremamente moderna, ela é eficiente, robusta e já exaustivamente "testada" em solo brasileiro.
Em relação à motorização, inicialmente o modelo receberá o propulsor 1.4 turbo de 152 cv, o mesmo que hoje equipa Punto e Linea na versão T-Jet. Mas os planos não param por aí: a Fiat já planeja a adoção do bom motor 1.6 16V de 115 cv, produzido no Paraná, na antiga fábrica Tritec, do consórcio Chrysler/ BMW.
A marca comprou a planta há alguns anos e a FPT (Fiat Powertrain Technologies) vem trabalhando os motores produzidos por lá para adequá-los às necessidades da linha Fiat. Há ainda uma outra possibilidade, que seria a adoção do motor 1.9 de 130 cv do Linea e até mesmo a utilização do moderníssimo Multiair.
O sistema, que diminui o consumo e melhora as respostas do motor, elimina a borboleta de admissão e passa o comando de aceleração para as válvulas através de um sistema eletro-hidráulico. A tecnologia, apresentada há pouco no Brasil, ainda tem uso limitado na gama Fiat até mesmo na Europa, mas pode equipar o Bravo nacional no futuro.
Tudo isso dependerá da aceitação do modelo junto ao consumidor, o que determinará também a continuidade da produção do Stilo. Vendido atualmente por cerca de R$ 47 mil, o modelo ainda oferece bom custo/benefício e, enquanto o consumidor quiser comprá-lo, a Fiat não vai tirá-lo de linha. Afinal, o Bravo deverá ser vendido por um valor acima dos R$ 60 mil como uma opção ao Linea - para aqueles que têm preferência por hatches.
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Inicialmente, o Bravo terá o mesmo motor 1.4 turbo do Linea T-Jet, a gasolina, mas pode receber o 1.9 flex do mesmo modelo. Abaixo, o câmbio Dualogic, que também será oferecido
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