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Bravo! o novo hatch médio da Fiat No ano que vem, ele chega para conviver com o Stilo e dar ao consumidor que não gosta de sedãs uma opção ao Linea na casa dos r$ 60 mil. Maior e mais refinado que o Stilo, tem tudo para fazer sucesso
TEXTO ana Flávia Furlan
Desde que interrompeu as vendas do Tipo em nosso mercado, no final dos anos 90, a Fiat nunca mais teve o mesmo sucesso no segmento. O Brava, nem de longe, causou o mesmo furor.
O Stilo até conseguiu bons números de venda, mas isso se deveu mais à falta de rivais à altura do que a uma grande empatia do consumidor. Agora, a Fiat tem mais uma grande chance de agradar aos clientes desse tipo de carro. Seu novo representante nesse segmento já tem data para chegar. Trata-se do Bravo, modelo que, na Europa, substituiu o Stilo, mas que, por aqui, deverá conviver com ele ainda por algum tempo.
A decisão de fabricar o carro no Brasil foi tomada antes da crise internacional de 2008 e chegou-se a cogitar que o projeto seria suspenso em razão da instabilidade econômica. "Tem um momento em que não se pode mais voltar atrás. As prensas já estão nos navios a caminho do Brasil", comentou, na época, Cledorvino Belini, presidente da Fiat do Brasil.
Era irreversível. Para o bem ou para o mal, o Bravo iria começar a ser fabricado na planta de Betim. Poucos meses depois, o Brasil mostrou estar reagindo bem ao tsunami financeiro que paralisou a indústria automobilística mundial e todos puderam respirar aliviados: a estreia do Bravo está marcada para o segundo semestre de 2010.
De revolucionário, ele tem apenas o design e o interior. "Quando sentamos à mesa para definir a parte interna do Bravo, tínhamos o objetivo de aumentar decisivamente a qualidade percebida a bordo. Perseguimos essa ideia no desenho do painel e na qualidade dos materiais", disse Giuseppe Bonollo, responsável pelo desenvolvimento do modelo.
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