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Março/2010
     
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Edição 324
 
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Atraente, espaçoso e injustiçado
Mudanças na linha 2010 melhoram ainda mais a relação custo/benefício do Tiida, mas suas vendas são modestas

Texto Ana Flávia Furlan Fotos: Roberto Assunção

Na linha 2010, o interior bem acabado, no alto, ganhou novos tecidos e o painel de instrumentos, nova iluminação, que tornou a leitura mais fácil e clara

Há carros que não caem no gosto do consumidor. Não importa se são bons produtos, se têm preços atraentes, se são bonitos ou feios... O público-alvo, aquele cara para quem o carro foi projetado, resolve que não vai comprá-lo e ponto final. É o caso do Tiida. Ele tem todos os atributos para ser a escolha perfeita de quem precisa de um médio na faixa dos R$ 50 mil, mas suas vendas não decolam.
A Nissan já esperava por isso e, no seu lançamento, previu vender 260 unidades/mês, meta que passou a 350 unidades com a chegada do flex em 2009. Objetivos cumpridos e até, em alguns momentos, suplantados. Em dezembro de 2009, foram 596 unidades emplacadas. Mas ainda é pouco para o segmento.
Agora, com a chegada da linha 2010, a marca se esforçou para melhorar o custo/ benefício do modelo, já que, tecnicamente, está em condições de disputar mercado em pé de igualdade com qualquer um dos concorrentes. De contundente, apenas a alteração da grade dianteira, que passou a ter três filetes contínuos e contorno cromado. No interior, novos tecidos, instrumentos com nova iluminação e ajuste de altura do banco do motorista.

 

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