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Lançamento
Finalmente ele vira flex Depois de longa espera, o Novo Focus agora roda também com etanol e ganha (ainda) mais força para incomodar os rivais
Texto Douglas Mendonça Fotos Roberto Assunção
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Depois de longa espera, a Ford apresentou a versão flex do Focus 2.0. A expectativa já existia desde a versão com a carroceria antiga, mas a marca argumentava que tinha outras prioridades e, por isso, a versão dois litros foi deixada na fila. Na realidade, a marca priorizou os modelos com volume maior, como Fiesta e EcoSport, e deixou o Focus para o futuro. Pois bem, agora o futuro chegou.
Depois do lançamento desta nova geração, a marca resolveu "arregaçar as mangas" e investir no modelo, que tem todos os ingredientes para crescer em nosso mercado: é moderno construtiva e tecnologicamente; tem um design atraente e atual; tem um preço bastante competitivo; e, além da garantia de três anos, seu custo de manutenção é previsto até os 60 mil quilômetros, dando tranquilidade e garantia de quanto o consumidor vai gastar para manter o carro. Inicialmente, a Ford apresentou a versão mais barata e econômica, equipada com o novíssimo motor Sigma 1.6 16V e, agora, o motor 2.0 16V adaptado para rodar com etanol.
Depois de recalibrado e revisto todo o sistema de alimentação, agora resistente à acidez do etanol, o moderno motor Duratec ganhou novas características em suas curvas de torque e potência. No regime máximo de rotações, 6.000 rpm, quando queima gasolina, o Duratec flex até perdeu potência com relação ao anterior, somente a gasolina: eram 145 cv, agora são 143 cv. Em compensação, com a nova calibração, sua curva de torque mostrou-se melhor que a anterior desde a partida até cerca de 2.500 rpm, regimes mais utilizados no dia a dia do trânsito das cidades. Nesta faixa, portanto, melhoraram tanto as arrancadas quanto as retomadas de velocidade.
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